Segunda etapa da pesquisa que avalia a evolução da Covid-19 em Rondônia é prorrogada para 4 de junho

Segunda etapa da pesquisa que avalia a evolução da Covid-19 em Rondônia é prorrogada para 4 de junho

Porto Velho, RO Com a prorrogação da conclusão da primeira etapa da pesquisa nacional sobre evolução da Covid-19 para o dia 21 de maio, automaticamente foi prorrogado o início da segunda etapa do levantamento para o dia 4 de junho. A ação estava prevista para iniciar nesta quinta-feira (28) em Ji-Paraná e Porto Velho, municípios selecionados para a pesquisa.

A pesquisa intitulada Evolução da Prevalência de Infecção por Covid-19 no Brasil tem o objetivo de estimar o nível de imunização da população quanto à doença no país e identificar de que forma o vírus está se propagando. A pesquisa está sendo aplicada em 133 municípios brasileiros.

A abordagem junto aos moradores é realizada por meio de visitas domiciliares, ou seja, os profissionais de saúde vão até as residências – selecionadas aleatoriamente – para realizar a pesquisa.

A dinâmica consta da realização de teste sanguíneo rápido, que utiliza metodologia por punção digital, além da aplicação de um breve questionário sobre a existência de doenças preexistentes e possíveis sintomas de coronavírus nos últimos 30 dias.

Na primeira fase, ocorrida entre os dias 14 e 21 de maio, foram realizados 173 testes em Porto Velho, com registro de um caso positivo de Covid-19 e 250 testes em Ji-Paraná, todos negativos para o vírus. Em Porto Velho, os exames foram realizados em pessoas residentes em 18 bairros diferentes. Em Ji-Paraná foram percorridos 16 bairros.

As ações serão realizadas em três fases com intervalo de 14 dias de uma etapa para a outra. A meta é realizar 250 testes rápidos em Porto Velho e 250 em Ji-Paraná. “Esse intervalo é importante para saber se a doença está evoluindo, controlada ou em queda”, explica Ana Flora Gerhardt, diretora geral da Agência Estadual de Vigilância em Saúde de Rondônia (Agevisa).

A pesquisa é uma iniciativa do governo federal, por meio do Ministério da Saúde (MS), está sendo coordenada pela Universidade Federal de Pelotas e executada pelo Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (Ibope). Os resultados obtidos buscam auxiliar na criação de políticas públicas eficientes no combate à pandemia, baseadas em critérios científicos sobre o comportamento do vírus.

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