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Em entrevista aos jornalistas Rangner Andrade e Élcio Moreira no programa Abrindo o Jogo da Nova Jaru FM nesta quarta-feira, 13, a primeira-dama de Porto Velho, Ieda Chaves, defendeu investimentos no empreendedorismo social para garantir ocupação no mercado de trabalho e renda para as famílias rondonienses.

Há cinco anos, ela utiliza a doação do salário do prefeito Hildon Chaves para criar projetos e soluções com o propósito de transformar a realidade social de algumas pessoas.

No período da pandemia, quando exigiu-se o distanciamento social e medidas sanitárias severas, o projeto foi deixado de lado porque a necessidade deslocou-se para a distribuição de cestas básicas.

“Quem tem fome, tem pressa. Naquele momento, precisamos suspender essas ações e focar no alimento às pessoas carentes”, disse ela, anunciando o retorno dos projetos.

Para Ieda, o assistencialismo é importante, mas por determinado momento. O ideal é ouvir as pessoas, as organizações que atuam no combate a exclusão social, identificar a vocação de cada comunidade para então aplicar recursos em projetos viáveis.

“Não adianta oferecer cursos de corte e costura, se não há ninguém com vocação para essa atividade”, explicou a primeira-dama de Porto Velho. Essa experiência ela utiliza em pequena escala com as doações de amigos, voluntários e do próprio salário do prefeito Hildon Chaves.

“Mas precisamos avançar e só teremos mais recursos e legitimidade para criar politicas públicas com um mandato”, acrescentou Ieda ao explicar o porquê decidiu aceitar o desafio de concorrer a uma vaga na Assembleia Legislativa.

No decorrer do programa radiofônico, a primeira-dama falou sobre sua história em Rondônia quando chegou a cidade de Cacoal há cerca de 30 anos, vinda do interior do Paraná para trabalhar como dentista.

“Cheguei do interior do Paraná a Cacoal, conheci meu esposo Hildon Chaves e moramos em várias cidades do interior. Conhecemos muita gente no interior e somos gratos a essa terra que nos acolheu. Minha filha nasceu em Ariquemes e meu filho em Porto Velho, somos rondonienses de coração”, lembrou Ieda. Foi no interior que o casal Chaves iniciou a construção de um dos maiores grupos de educação do Estado de Rondônia, empregando mais de 1 mil pessoas.

Fonte: Assessoria