Porto Velho, RO - É muito preocupante que dos 513 deputados federais, nada menos do que 229, ou seja 45 por cento, tenham se postado a favor da censura, do controle das redes sociais e da opinião das pessoas.

Disfarçada sob um nome pomposo da PL das Fake News, a proposta visava, claramente, dar início ao que o ex-presidente Lula diz que fará, caso novamente eleito: controlar a mídia, as redes sociais e a opinião, interpretando a Constituição como a maioria dos ministros do STF tem feito, sempre com o viés da esquerda. Este tipo de manobra é feita na malandragem, para que parece algo inofensivo e que pretenda proteger o país.

É a falsidade imposta por parlamentares como o relator da PL, o comunista Orlando Silva, que conseguiu mobilizar a esquerda e alguns parlamentares do centro, para que fossem seduzidos pela catilinária, de que a PL apenas iria combater as Fake News. Com 42 artigos, a PL, que felizmente foi derrubada (ao menos por enquanto, porque a maioria votou não, mas apenas contra a votação em regime de urgência), se apresentava com o pomposo título de “Lei Brasileira de Liberdade, Responsabilidade e Transparência na Internet”.

Foi uma tentativa que não deu certo, mas muito bem engendrada por parlamentares da esquerda, com apoio pessoal, inclusive do ministro Alexandre de Moraes. Todos carentes por um controle absoluto, principalmente das redes sociais, onde a direita tem mais poder e ocupa os maiores espaços, na defesa do governo e do presidente Jair Bolsonaro.

Para a votação em regime de urgência, seriam necessários 308 votos e, os que tivessem dado o OK para esta excrescência à Constituição, certamente votariam a favor dela, quando fosse posta para análise do plenário. Como faltaram 79 votos, ficou claro que a ampla maioria da Câmara Federal não aceitou esta imposição, que obrigaria inclusive a que empresas responsáveis por plataformas como como Facebook, WattsApp, YouTube, TickTok, Telegram e outras, não só fossem obrigadas a ter representação no Brasil (imagine-se esta exigência em todos os países do Planeta, como estas empresas cumpririam tal absurdo?) como, ainda, imporia uma série de restrições a publicações das opiniões de parcela importante dos brasileiros, entre os que acessam toda esta parafernália da internet.


Da bancada federal de Rondônia, sete dos oito parlamentares já deixaram claro que são totalmente contrários ao projeto e à sua urgência. Votaram contra: Coronel Chrisóstomo, Jaqueline Cassol, Leo Moraes, Lúcio Mosquini, Mauro Nazif, Mariana Carvalho e Silvia Cristina.

O deputado Expedito Netto preferiu não votar, porque quer ouvir primeiro a população, sobre como deve se portar ante esse tema. Expeditto explica que, como era apenas a votação sobre urgência, ele preferiu aguardar. Vai ouvir seu eleitorado e só depois, quando o projeto entrar realmente em votação, irá definir seu voto. O que se espera é que, no final, este tipo de ameaça velada à liberdade de opinião, não seja aprovada, ao menos da forma como está.

PL TEM ONZE NOMES À CÂMARA FEDERAL E 46 PARA A ALE, MAS NOMINATA SÓ SERÁ DIVULGADA DEPOIS DE ENTREGUE AO TRE


Embora não tenha colocado seu nome nas ruas (é, sem dúvida, o único pré-candidato que, até agora, não está ostensivamente em campanha eleitoral), o senador Marcos Rogério está mobilizando seu grupo político para, em breve, fazê-lo.

Prova disso é que o partido que ele comanda, no Estado, já teria, segundo uma fonte interna, nada menos do que onze postulantes à Câmara Federal para selecionar os nove que irão para a disputa e, ainda, 46 para a nominata, dos 25 que vão disputar vagas na Assembleia Legislativa.

As nominatas só serão anunciadas oficialmente quando entregues ao TRE, no próximo dia 18. Entre os que vão concorrer pelo partido, os únicos nomes conhecidos do público, até agora, são os dos atuais deputados Ribamar Araújo, da Capital; Eyder Brasil, também da Capital e Jean Mendonça, de Pimenta Bueno.

O senador Marcos Rogério criou uma comissão especial para tratar desta questão e, inclusive, formatar a relação definitiva dos que irão disputar os cargos parlamentares, obviamente com a palavra final dele.

Embora continue havendo boatos de que Marcos Rogério poderia não concorrer ao Governo, vindos de trincheiras adversárias, o senador tem confirmado, em todas as entrevistas, que está decidido e pronto para entrar na briga pelo Palácio Rio Madeira/CPA. Enquanto isso, o PL costura acordos e não desistiu de uma parceria com o deputado Léo Moraes, convidado para ser vice na chapa de Rogério.

O jovem deputado, contudo, reafirma que sua única meta em 2022 é disputar o Governo. Só se aliaria ao grupo de Marcos Rogério, num eventual segundo turno. O partido, ao menos até agora, não bateu o martelo em relação ao seu candidato ao Senado. Três nomes são cotados: Jaqueline Cassol, Expedito Júnior e Jaime Bagattoli.

ASSEMBLEIA LEGISLATIVA: NOMES QUENTES DA CAPITAL QUEREM CONQUISTAR CADEIRAS NA ELEIÇÃO DESTE ANO


É apenas uma relação parcial. Ela será aumentada, certamente, quando as relações oficiais de todos os partidos forem entregues oficialmente ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE), no próximo dia 18, porque, até lá, tais nominatas parecem ser secretas, embora deveriam não sofrer nenhuma mudança, até chegar à Justiça Eleitoral.

Só em Porto Velho, um pacote de nomes dos mais importantes, estará a disposição do eleitorado, representando a Capital, mas, sem dúvida, também captarão votos em outros municípios.

Muitos estão no União Brasil, partido comandado em Rondônia pelo governador Marcos Rocha. Entre eles, a primeira dama da cidade, Ieda Chaves; o empresário Chico Holanda; o delegado Pedro Mancebo e o jornalista e vereador Everaldo Fogaça e o atual deputado Eyder Brasil. Entram na lista, ainda, o vereador do PTB, Aleks Palitot; o deputado estadual Alan Queiroz, do Podemos; o ex-secretário do Planejamento do Estado, Pedro Pimentel, do Republicanos. Em destaque neste grupo, deputados que têm muitos votos em Porto Velho: Ribamar Araújo, do PL, com um grande trabalho também em várias regiões do Estado; Jean Oliveira, nome quentíssimo do MDB; Jair Montes, presidente regional do Avante e Marcelo Cruz, presidente regional do Patriotas, os últimos três aliados ao governo estadual.

Nos próximos dias, quando as relações oficiais chegarem ao TRE, certamente aparecerão muitos novos nomes que representam a Capital e que querem chegar à Assembleia Legislativa.

HILDON FALA EM OBRAS, POLÍTICA E OPINA QUE O SENADOR MARCOS ROGÉRIO NÃO SERÁ CANDIDATO AO GOVERNO


Foi uma longa entrevistam regada a perguntas inteligentes e respostas dadas com convicção de que baseadas na franqueza. Ao participar do programa SICNEWS (SICTV/Record), na sexta-feira, o prefeito Hildon Chaves falou com clareza sobre obras, asfaltamento total da área urbana da Capital até o final do seu segundo mandato; exoneração de secretários nos primeiros dias de governo; sua relação política e de amizade com o governador Marcos Rocha e, mais ainda, sobre política.

Uma das declarações surpreendentes de Hildon foi sobre quando perguntado sobre a candidatura do senador Marcos Rogério, de quem ele era aliado e, agora, mudou, aliando-se a Marcos Rocha.

Depois de explicar que estava ao lado do senador, mas que ele, Marcos Rogério, jamais se postou como candidato ao Governo, a tal ponto do Prefeito da Capital ser procurado pelo ex-senador Expedito Júnior, seu amigo pessoal, para que ele, Hildon, fosse o postulante ao Governo, o alcaide porto-velhense afirmou que não acredita que Rogério seja mesmo candidato, porque ele, o senador, não tem se mostrado, publicamente, com a convicção que deve ter um concorrente ao Governo.

Dentro do contexto da política regional, o Prefeito da Capital reafirmou sua aliança com o governador Marcos, quem, garantiu, deseja que seja reeleito, com o apoio dele.

PREFEITO FALA DOS 400 QUILÔMETROS DE ASFALTO E GARANTE QUE VAI CONCLUIR A NOVA RODOVIÁRIA


Sobre as obras que está realizando ou realizará, destacou a parceria com o Estado, já que a Prefeitura de Porto Velho receberá investimentos de ce4rca de 200 milhões de reais este ano, dos cofres estaduais. Os primeiros 100 milhões, em dinheiro, serão liberados nos próximos dias.

O restante será transferido em obras, com infraestrutura em pelo menos dois grandes bairros da Capital, que serão feitos por empresas contratadas pelo próprio Estado, que bancará tudo. Hildon falou também sobre os 400 quilômetros de asfalto que já faz em cinco anos e alguns meses de governo, sublinhando que “a média do que fizeram os prefeitos que me antecederam, foi de 40 quilômetros”.

Disse ainda que irá asfaltar toda a zona urbana da cidade até o final de 2023, quando termina seu mandato. Se conseguir concluir este projeto antes, começará então projetos de asfalto em distritos e nas estradas rurais.

O Prefeito destacou ainda que vai mesmo construir a Rodoviária nova. Lembrou que há 20 milhões de reais disponíveis, por emenda da deputada federal Mariana Carvalho e terá ainda mais 10 milhões de reais disponibilizados pelo Estado, para concluir a obra.

Falou também sobre a candidatura de sua esposa, a primeira dama Ueda Chaves à Assembleia e confirmou que ela não foi candidata a vice-governadora na chapa de Rocha porque, se o fosse e eventualmente assumisse o governo, ele, Hildon ficaria inelegível. Até porque o plano dele para 2026 é lançar-se candidato ao Governo do Estado ou ao Senado.

GUERRA DAS CADEIAS EXTERMINA PARTE DA JUVENTUDE BRASILEIRA, NUM TERRA DE LEIS DE PROTEÇÃO AOS BANDIDOS E ASSASSINOS


A guerra de facções e o comando do crime aqui fora, vindo de dentro das cadeias, está exterminando um grupo de jovens brasileiros. Todos egressos do mundo penitenciário, a maioria é executada porque tem dívidas com os poderosos das facções que dominam as celas ou porque, mandados, não executam direito os crimes que seus “donos” determinam.

É algo trágico, embora haja quem comemore a morte de bandidos, executadas pelos próprios bandidos. Assim, lamentavelmente, estamos vendo grande número de jovens sendo mortos, na maioria dos casos por execuções sumárias e sem chances de defesa. Seriam necessárias umas dez enciclopédias, daquelas antigas, para publicar os nomes e o obituário de todos os jovens que tem perecido depois de serem libertados das cadeias.

Este tipo de crime tem se repetido em todo o país e, em Rondônia (mas, principalmente em Porto Velho!), o quadro é assustador. Para se ter ideia, nas últimas semanas, pelo menos uma dezena de ex-detentos ou de pessoas que tem alguma ligação com presos, foram mortas no Estado, a grande maioria na Capital.

Exemplo mais assustador ainda: apenas num dia (a última sexta-feira), três ex-presidiários foram mortos a tiros, dois em Porto Velho e um em Jacy-Paraná. É um quadro tenebrosa, numa sociedade que vem sendo dominada pelo crime, de dentro para fora dos presídios, enquanto nossas leis brandas e amiga dos bandidos, só se preocupa com os direitos humanos deles. Enquanto isso, sem direitos humanos algum, os corpos das suas vítimas são jogados nas ruas, todos os dias.

PRATO FÁCIL, UM PROGRAMA SOCIAL QUE DEU CERTO, SERVIU QUASE 260 MIL REFEIÇÕES EM ONZE MESES, APENAS NA CAPITAL


Na área social, o governo rondoniense tem dado passos concretos e importantes, no sentido de apoiar a quem mais necessita. Há um pacote muito grande de projetos, tanto para ajudar grávidas, como jovens mães e seus bebês; para atender pessoas carentes; para apoiar famílias que vivem em situação de risco, entre muitos outros. Neste contexto, uma das iniciativas de maior sucesso é a que se preocupa com o combate à fome.

O programa Prato Facil, é um exemplo de uma a.ção governamental que deu certo. Sob o comando da secretária de ação social e primeira dama Luana Rocha, grande número de restaurantes já foram credenciados na Capital e em cidades do interior, atendendo, com refeições diárias, milhares de rondonienses. Só na Capital, em apenas onze meses, já foram servidas quase 260 mil refeições, numa média mensal de mais de 23.600 pratos.

A iniciativa também tem dado certo em Guajhrá Mirim (11.706 refeições servidas até o início deste mês de abril); Ariquemes (9.810 refeições); Cacoal (6.196) e Ji-Paraná, onde recém começou, 594 refeições em apenas três dias. É um programa que tira do risco da fome famílias inteiras, pagando apenas 2 reais por prato servido, enquanto o Estado bancada os 12 reais restantes.

Nesta semana, Luana anunciou o credenciamento de novos restaurantes nas cidades já atendidas e o início do programa em breve, também em Vilhena. O Prato Fácil, em parceria com o governo federal, é daqueles projetos sociais que deram muito certo, na prática e que ainda beneficiará muito mais gente, em várias regiões de Rondônia.

O DE INTERNADOS E MORTES POR COVID, MAS 18 POR CENTO DA POPULAÇÃO NÃO TEM A SEGUNDA DOSE


A média de casos diários de Covid continua caindo, assim como o de óbitos. Isso ocorre em todo o país e em Rondônia também. O problema é que, em nível nacional, pelo menos 8,3 por cento da população ainda não tomou a segunda dose da vacina, o que lhes garantiria um mínimo de segurança contra o Coronavírus.

Isso significa que, em torno de 18 milhões de pessoas tomaram apenas a primeira dose, mesmo que se considere que, no país, já haja a chamada “imunidade de rebanho”, já que mais de 76 pof ccento da população já teve, ao menos, duas doses de aguma das vacinas distribuídas. Em Rondônia, a sexta-feira, no Boletim 736, as informações eram de que teria havido 550 novos casos e uma morte. Havia apenas 40 pacientes internados, pouco mais de uma dezena em unidades de UTI.

O maior problema, nesta reta final contra a pandemia, é que muita gente acha que o vírus se foi e continua sendo tomar pelo menos a segunda dose de alguma vacina. Havia, há dias atrás, pelo menos 315 mil pessoas nesta situação, também na média de 18 por cento de todos os cerca de 1 milhão e 750 mil rondonienses. Mesmo com a diminuição acentuada dos casos mais graves, é fundamental de que, quem ainda não se imunizou completamente, o faça com a maior brevidade. Quanto mais cedo toda a população for vacinada, mais rápido se poderá voltar à vida normal.

APOIO À COMUNIDADE DE COSTA MARQUES: CÉSAR CASSOL DOA REMÉDI0S PARA URGÊNCIA E EMERGÊNCIA


É cada vez mais comum, o registro de ações de benemerência e apoios de César Cassol, líder de um dos mais respeitados grupos empresariais do Estado, tanto em Rondônia como na Bolívia, onde atuam suas empresas de geração de energia e de produção agrícola.

Foi notória e cercada de muitos elogios, a atuação de César durante a pandemia, principalmente com a distribuição de centenas de kits anti Covid, entregues à prefeituras dos dois lados da fronteira. Mesmo afastado a vida da política, para onde não pretende voltar, desde que deixou a Prefeitura de Rolim de Moura, César jamais deixou de agir com seu espírito público, apoiando uma série de iniciativas, principalmente aquelas que representem ajuda a quem precisa e melhoria na qualidade de vida das pessoas e das comunidades.

A mais recente ação do empresário foi na cidade fronteiriça de Costa Marques. Ali, num município com grandes problemas, o César observou a necessidade, urgente, de suprir a Secretaria Municipal de Saúde com vários medicamentos, principalmente os utilizados em tratamentos de urgência e emergência. Encurtando os caminhos da burocracia que o serviço público precisa enfrentar e as dificuldades financeiras, comuns às cidades rondonienses e brasileiras, César Cassol adquiriu, com recursos próprios, uma série de remédios que estavam em falta e fez a doação, que foi entregue em mãos, para o secretário Gerson Bastos.

PERGUNTINHA


Com o início do Campeonato Brasileiro deste ano, você espera jogos emocionantes e com melhor qualidade ou acha que nosso futebol continuará em decadência?

Fonte: Oobservador