O Campeonato Mundial ABB Fórmula E da FIA (Federação Internacional de Automobilismo), antes Campeonato de Fórmula E, chegou às pistas em 2014.

A oitava temporada (2021/22), apesar de todas as corridas estarem agendadas para 2022, é a última do chassi Gen2. 11 equipes e 22 pilotos lutam por um lugar no pódio, ao longo de 16 corridas, em 12 locais do mundo.

Se as corridas de automóveis sempre o fascinaram, confira aqui as histórias desta e outras modalidades, para quem vibra e vive esporte.

Depois do ePrix de Daria, em janeiro, e do ePrix da Cidade do México, em fevereiro, a prova segue para Roma e Mônaco, em abril; segue-se Berlim, em maio, e Jacarta, em junho. De volta ao continente americano, para o ePrix de Vancouver e o ePrix de Nova Iorque, em julho. Também em julho, a 30 e 31, está agendado o ePrix de Londres e, a fechar o campeonato, o ePrix de Seul, nos dias 13 e 14 de agosto.

A temporada 8 marca, não só o aumento do número de corridas, como a atualização dos regulamentos esportivos, com até 10 minutos de tempo de prova a mais para compensar paralisações causadas pelas entradas do safety car e pelas bandeiras amarelas em todo o circuito; o aumento da potência dos carros Gen2 de 200 kW para 220 kW e a introdução de um novo formato classificatório com grupos e disputas individuais.

Do mundo luso, nota para o brasileiro Sérgio Sette Câmara, da equipe americana Dragon / Penske Autosport; o português António Félix da Costa, da equipe francesa DS Techeetah e do piloto brasileiro Lucas Di Grassi da equipe monegasca ROKiT Venturi Racing, num ambiente dominado por ingleses, com duas equipes e cinco pilotos.

No que diz respeito aos vencedores, nota para o primeiro lugar de Lucas Di Grassi, na temporada 3, em 2016/17, bem como a conquista do título pelo português António Félix da Costa, na temporada 2019/2020.

Na última temporada de 2020/21, o neerlandês Nyck de Vries foi o campeão do Campeonato de Fórmula E.

Para além de todas as evoluções e avanços, a todos os níveis, presentes nos monopostos elétricos, nota para o FanBoost, para impulsionar seu piloto favorito. Na Fórmula E, os fãs influenciam o resultado da corrida, já que os votos deles dão aos pilotos a chance de ganhar um impulso extra durante a corrida. Uma bela forma de envolver os torcedores!

Fonte: Rondoniagora