DF tem duas estudantes com redação nota 1.000 no Enem de 2019

Uma delas é Ana Clara Socha, jovem de 21 anos e aluna de cursinho brasiliense. Ela se formou no Leonardo da Vinci e quer estudar medicina com a nota do Enem


Dos mais de 3,9 milhões de participantes do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) de 2019, apenas 53 tiraram nota 1.000 na redação, o que demonstra o tamanho do desafio. No Distrito Federal, duas estudantes, de 19 e de 21 anos, conquistaram a façanha. A de 21 anos é Ana Clara Socha, que se formou em 2015 no Centro Educacional Leonardo da Vinci e deseja estudar medicina.

Ana Clara Socha tirou a pontuação máxima no texto(foto: Mariane Silva/Esp. CB/D.A Press)

No outro extremo, 143.736 pessoas tiraram nota zero. O Ministério da Educação (MEC) explica que são zerados os textos com menos de sete linhas e também os que reproduzem integralmente trechos dos textos motivadores e de itens do Caderno de Questões.

Esses mais de 143 mil candidatos não poderão concorrer a nenhum dos programas de acesso ao ensino superior do MEC, como o Sistema de Seleção Unificada (Sisu), o Programa Universidade para Todos (ProUni) e o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). Isso porque todos cobram pontuações mínimas na redação para que alguém possa concorrer a vagas.

Entre as 53 redações nota 1.000, 13 são de Minas Gerais e duas do DF. As mulheres se saíram melhor nessa etapa: em todo o país, foram 32 candidatas do sexto feminino gabaritando o texto. Uma delas é Ana Clara Socha, 21 anos, aluna do cursinho Academia das Específicas desde 2018. A outra estudante do DF que tirou nota 1.000 ainda não foi identificada.

Confira as principais dicas de Ana Clara para ter bom desempenho ao treinar para a redação do Enem: “Eu acho que fazer muitas redações é essencial, ter um bom corretor para te ajudar e procurar sempre repertórios para enriquecer a redação”. Além da Academia das Específicas, Ana Clara conta que já passou por outros dois cursinhos e chegou a estudar algum tempo por conta própria.

A jovem se dedica integralmente aos estudos, com rotina começando às 8h. Dependendo do dia, tinha aulas à tarde ou de manhã. Quando não tinha aula, ficava na sala de estudos do cursinho. Geralmente, saia de lá entre as 21h e as 21h30 nos dias se semana. “Os horários em que eu não estava em aula, estava estudando (sozinha)”, conta. Nos fins de semana, Ana Clara estudava de manhã e à tarde.

 

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