Tomam posse em Vilhena os dez Conselheiros Tutelares eleitos para mandato de quatro anos

(Foto: Folha de Vilhena)

O evento para a posse dos Conselheiros Tutelares eleitos para o mandato de 2020 a 2023 foi realizado na manhã dessa sexta-feira (10 de janeiro). Durante o acontecimento, dez novos membros assumiram seu posto e receberam a responsabilidade de trabalharem no Conselho Tutelar de Vilhena.

A eleição para a escolha dos novos Conselheiros contou com 68 inscrições. Desses, 57 candidatos passaram pelas provas de conhecimento e testes realizados, indo para a disputa eleitoral. Dez nomes foram eleitos: Gilmar Moreira, Lucimar Borges, Andreia Sousa, Márcia Souza, Regiane Sobral, Lorena Nunes, Rosi Erdmann, Celimar da Silva, Pastora Edna e Bete Conselheira.

(Foto: Folha de Vilhena)

Além da posse dos Conselheiros e suplentes, o momento também contou com o nascimento do 2º Conselho Tutelar em Vilhena. A segunda Casa virá para ampliar o atendimento das crianças e adolescentes na região, trazendo melhorias. O Conselho receberá do Ministério Público doações de equipamentos como computadores, mesas, cadeiras e possíveis veículos, segundo a Promotora de Justiça, Yara Travalon.

O Conselho aproveitou a celebração para homenagear todos os que contribuem de alguma forma para o bom funcionamento do órgão no município. Com a presença do Presidente do Conselho Tutelar (Pastor Genival Nunes), Secretaria de Assistência Social (Patrícia da Glória), Vice-Prefeito Mirim, Prefeito de Vilhena (Eduardo Japonês), Vereadores e Autoridades, os ‘amigos’ do Conselho Tutelar foram amplamente aplaudidos.

RELEMBRAR É VIVER

A primeira posse de Conselheiros Tutelares realizada em Vilhena aconteceu em 1993, seguindo-se de três em três anos. Em 2015, os mandatos passaram a ter quatro anos de vigência. A próxima eleição deverá acontecer em 2023.

O Conselho Tutelar é um órgão sem função jurisdicional, regido pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Composto por cinco membros e cinco suplentes, ele desempenha o papel de zelar para que os direitos das crianças e adolescentes do município em que atua sejam respeitados e cumpridos.

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